quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Chade





Localização: África Central
Nome oficial: República do Chade 
Área:  1.284.000 km².
Capital: Ndjamena
Nacionalidade: Chadiana
Idioma: Francês e árabe
Cidades Principais: Ndjamena, Mondou, Bongor , Sarh , Abéché.
População: 11.830.573 habitantes
Clima:  tropical
Governo: República com forma mista de governo
Divisão administrativa:  28 departamentos
 Religiões: Islamismo 59%, cristianismo 22,8% (protestantes 10,2%, católicos 6,6%, outros 6%), crenças tradicionais 17%, bahaísmo 1,1%, sem religião e ateísmo 0,1%
Taxa de analfabetismo: 68%
Densidade demográfica: 9 hab/km²
Taxa média anual de crescimento populacional: 2,7%
População residente em área urbana:  22%
População residente em área rural:  78%
Composição Étnica: Saras 58%, hauçãs 29%, tubus 13%.
Esperança de vida ao nascer: 50 anos
Domicílios com acesso a água potável: 51%
Domicílios com acesso a rede sanitária: 13%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,295 ( muito baixo)
Moeda:  Franco CFA
Produto Interno Bruto (PIB): U$ 10.450 milhões
PIB per capita:  U$ 907
Principais atividades econômicas: beneficiamento de algodão, pecuária, milhete, sorgo, amendoim.
Relações exteriores: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, UA.


DESAFIO DE VENCER A POBREZA 

Chade carrega uma característica que não é agradável para nenhuma nação; o país africano é um dos piores em qualidade de vida. A maior parte da população esta a baixo da linha da pobreza, apesar da nação ser rica em extração de minérios e petróleo. Tudo isso é o mesmo que nada, já que a população não tem como se alimentar. 


HISTÓRIA 

De colonização árabe e francesa conseguiu a independência definitiva em 1960. Em sua história o país enfrentou várias disputas étnicas em seu território, várias foram as guerras civis. A mais recente acabou em 2010. O Chade também se envolveu em conflitos com os vizinhos Sudão e Líbia.

Os árabes chegaram a região no século IX, daí passaram a islamizar os nativos, no século XVI já exerciam influência em toda a região. Eles ajudaram no tráfico de escravo durante vários séculos.  

No século XIX Chade estava sob domínio de negreiros árabes, sultões locais desgostosos da forma como estava a região se uniram as expedições francesas e conseguiram avançar na região, a desculpa era combater o tráfico de escravos o que facilitou a submissão à França. Porém, o controle total só foi possível em 1912. Os franceses foram os responsáveis por introduzirem as influências ocidentais na cultura tribal. 

TURISMO NO CHADE

Lago Chade

Principal lago da região ajuda abastecer água para cerca de 20 milhões de pessoas não no só no Chade, mas também em Camarões, Niger e Nigéria. O lago é bem extenso, só de fronteira com a Nigéria são 87 quilômetros.  Porém, essa fartura pode acabar, ou melhor, secar.  O lago que já foi um dos maiores do mundo, agora corre sério risco de desaparecer: alterações climáticas, pressão humana são as responsáveis. Se nada for feito em 20 anos a região viverá uma catástrofe maior do que a fome. De acordo com a FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura) o lago já recuou 90% de 1963 pra cá. 

PARQUE ZAKOUMA

No Continente africano têm muitos passeios exóticos e encontros com animais graciosos: elefantes, girafas, leões. O parque Zakouma é uma dessas opções. Localizado no Chade , é um dos últimos redutos de vida selvagem do continente. De acordo com os registros o parque tem 44 espécies de grandes mamíferos e dezenas de espécies de aves. Fora da comarca do parque vivem clãs de nômades, eles sobrevivem do pastoreio e da caça ilegal de elefantes.

Resultado de imagem para parque de zakoumaA União Europeia financiou e$ 20 milhões em ajuda conjunta aos “Parques Africanos”, desde então a população da maioria dos animais vem aumentando. O que caiu foi o número de elefantes, em 2002 havia 4300, já em 2011 restavam apenas 454. Foi feito um censo aéreo em 2011, dentre eles registrou-se: 454 elefantes, 7.600 búfalos, 753 girafas e 22 leões. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

As línguas mais difíceis de aprender

Se você acha português difícil é melhor parar e dar uma lida nesse artigo. Atualmente existem 6912 línguas sendo faladas na Terra (compêndio Ethnologue). Com exceção da Coreia do Norte, todos os outros países falam pelo menos duas línguas; a recordista é Papua Nova Guiné com 820, já no Brasil se falam 188.
E existem línguas de diferentes níveis de aprendizado:
FÁCEIS: Inglês, esperanto, romeno, italiano
MÉDIAS: Alemão, islandês, português, espanhol
DIFÍCEIS: Árabe, japonês, coreano, húngaro
COMPLICADAS: Chinês, vietnamita, tailandês, cambojano
QUASE IMPOSSÍVEIS: !XÓÕ   


!xóõ
Sim, esse é o nome da língua !xóõ (pronuncia-se estalando a língua no céu da boca) falada no sudoeste de Botsuana, África. De tal complexa que é esta língua  nativos desenvolvem caroços na laringe devido a forma como é emitido os sons ( através de cliques). O alfabeto tem 26 vogais e 122 consoantes, além dos diversos níveis de tons. 


Tuyuca 

Falado por índios da Amazônia brasileira e colombiana é a língua indígena mais difícil de aprender. As palavras são formadas por aglutinações de sons que significam alguma coisa. Por exemplo, “hóabãsiriga”, significa: eu não sei escrever. Existem 140 gêneros, grupos de objetos que são utilizados para definições específicas ganham um gênero específico, uma casca que não fica grudado na árvore, ganha outro gênero.

O “nós” tem duas palavras diferentes, ela varia para incluir ou excluir a pessoa com quem se conversa. A única forma de se afirmar algo é terminar a frase com um verbo. E se você presencia algo acontecendo tem que terminar a frase com “-wi” e se você apenas acreditar ser verdade, é necessário o complemento “-hiyi”. 



Silbo gomero

Para quem não sabe assobiar ou aprende ou não tem como estudar o idioma. O silbo gomero é todo articulado por assobios. Mas, o alfabeto é simples: duas vogais e quatro consoantes. 

De acordo com a história uma pessoa que tinha mais habilidade na língua comunicava notícias por distâncias se até 3 quilômetros. Como a região é montanhosa ( La Gomera, Ilhas Canárias) tal habilidade era bem útil, assim evitava grandes deslocamentos para transmitir recados.  


Archi

Falado em uma região do sudoeste da Rússia ela se destaca por ter 1,5 milhão de terminações para cada verbo. Complicado até para um nativo, mas ainda existem modificadores de verbo para quatro gêneros e ainda podem indicar possibilidade, dúvida ou certeza.  A ortografia do idioma só foi desenvolvida em 2006. 

Bora

Conhecida também por miranã, ela é falada por índios peruanos. Esse é o idioma com maior número de gêneros: 350 classes de pronomes. 


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Buuuuuuuuu Poveglia Buuuuuuuuu



Resultado de imagem para Ilhas de povegliaSe você ainda não colocou a Ilha de Poveglia em sua lista de lugares para conhecer, nem coloque. O local apesar de belo é fechado para visitação. Localizada na lagoa de Veneza, Itália, o lugar tem fama de ser uma ilha assombrada. 

O local até chegou a ser leiloado, porém não foi para frente. Relatos assustadores afastam investimento, que acreditam que as lendas podem acabar afastando os lucros. A má fama desta ilha de 17 hectares se arrasta há centenas de anos. Ainda no século XIV o local foi razão de disputas entre venezianos e genoveses e, por este motivo, ainda apresenta traços de fortificações. Quatro séculos mais tarde, era um centro de quarentena para os navios que chegavam a Veneza. 

O local era utilizado para hospedar pessoas com doenças infecciosas. Não há provas, porém se comenta que no local foi realizado experiências com doentes mentais. Lendas narram que os pacientes eram assombrados por fantasmas, tendo inclusive levado a loucura o diretor da instituição que acabou se atirando da torre do hospital.

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O governo italiano tinha planos de transformar a ilha em um hotel de luxo, o comprador seria arrendatário por 99 anos, mas a ilha permaneceria propriedade do estado. Depois do leilão, um grupo de cidadãos italianos criaram a ONG Poveglia per tutti, para que o local volte a ser reaberto ao público. Mas, por hora (2015) a ilha continua fechada e sem previsão de receber turistas.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Portugal um passado glorioso




Localização: Sudoeste da Europa 
Nome Oficial:  República Portuguesa
Área: 91 470 km²
Capital: Lisboa
Nacionalidade: português, portuguesa.
Idioma: Português
Cidades Principais: Lisboa, Porto, Vila nova de Gaia, Amadora.
População: 10,7 milhões
Clima: Temperado marítimo
Governo: democracia parlamentarista.
Divisão administrativa:  18 distritos e 2 regiões autônomas
 Religião:  católica romana (84,5%), outros cristãos (2,2%), outros (0,3%), desconhecidas (9%), nenhuma (3,9%).
Taxa de analfabetismo: 5%
Densidade demográfica:  114 hab./km2
Taxa média anual de crescimento populacional: 0,19%
População residente em área urbana:  60,1%
População residente em área rural: 39,9%
Composição Étnica: celtas, árabes, romanos, lusitanos, visigodos  e celtiberos
Esperança de vida ao nascer:  79 anos
Domicílios com acesso a água potável:  99%
Domicílios com acesso a rede sanitária:  99%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH):  0,795 ( muito alto)
Moeda: Euro
Produto Interno Bruto (PIB): 242,7 bilhões de dólares.
PIB per capita:  U$ 20.990.
Principais atividades econômicas: têxteis, vinhos, azeite, cerâmica, calçado, cortiça, pasta de papel e turismo.  
Relações exteriores: Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, OTA, UE.  

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 TERRITÓRIO PEQUENO,  PASSADO GRANDE

Na atualidade Portugal não está entre as nações "tops" da Europa, porém, isso não apaga o passado glorioso. Eles são conhecidos pelas grandes navegações e descobertas, já foram acusados de querer dividir o mundo em dois com a Espanha. No entanto, a história dos patrícios vai muito além, diversos povos ajudaram a construir e criar a identidade nacional.
Romanos, visigodos, mouros, árabes: foram séculos de influências, até ser oficialmente reconhecido como reino em 1143, na época Rei Afonso I que “mostrava as cartas”. Os árabes até tentaram impor o islamismo no reino, porém a influência cristã foi maior, influencia que permanece até a atualidade.    

Descobertas mais descobertas

Marinheiros portugueses sempre foi curiosos e aventureiros ( claro a posição geográfica ajudou). Os séculos XV e XVI foram os melhores. Expedições passaram pela América, África e Ásia, “construíram” um novo caminho para as Índias. Colônias foram  fixadas em Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Brasil, Goa, Macau e Timor-Leste. Isso fez com que portugueses fossem um dos mais ricos e influentes do globo.

PORÉM...
Não foram apenas glórias nos registros históricos, os três séculos seguintes foram trágicos. Espanhóis ocuparam o território, franceses invadiram além de guerras contra frotas inglesas e holandesas. Isso fez com que a nação perdesse parte significativa das riquezas conquistadas.  

TURISMO O QUE FAZER EM PORTUGAL

Visitar a terra dos nossos colonizadores sempre é uma boa pedida, e Portugal se destaca entre os brasileiros na Europa. Tendo como um dos principais atrativos a Ilha da Madeira e Açores. A culinária é outro ponto forte, com destaque para o bacalhau. A língua é um dos motivos que levam os brasileiros a optar por Portugal quando o assunto é  turismo na Europa. 

MONUMENTO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

Inaugurado em 1960, para comemorar a expansão marítima portuguesa. foi desenhado na forma de uma caravela, liderada pelo Infante D. Henrique - que segura numa mão uma pequena caravela -, seguido de muitos outros heróis da história portuguesa (Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral - que descobriu o Brasil - Fernão Magalhães - que atravessou o Pacífico em 1520 -, o escritor Camões e muitos outros

Esse monumento fascina pela sua grandiosidade, foi esculpida em pedra, e tem mais de 50 metros de altura: foi um presente da África do Sul.

TORRE DE BELÉM


O lugar é todo rodeado por decorações do brasão de Portugal, o que demonstra o quão nacionalistas eles são. Ainda existem diversas características como inscrição de cruzes da ordem de Cristo nas janelas, arquiteturas típicas da época. Esse ponto situa-se em Belém, as margens do rio Tejo, o mais impressionante é o pôr-do-sol: vale a pena a visita. 

sábado, 15 de agosto de 2015

Desvendando a Estônia




Localização: Nordeste da Europa 
Nome Oficial:  República da Estônia
Área: 45.227 km²
Capital: Tallinn
Nacionalidade: estoniana
Idioma: estoniano
Cidades Principais: Tallinn, Tartu, Narva, Pärnu e Kallaste
População: 1,34 milhão (2010)
Clima: temperado continental
Governo: República com forma mista de governo
Divisão administrativa: 15 estados
 Religiões: Cristianismo, 65,1% (sem filiação, 26%, protestantes, 17,2%, ortodoxos, 16,4%, outros, 5,5%), sem religião, 24,4%, ateísmo, 10%, outras, 0,5%
Taxa de analfabetismo: 0,02%
Densidade demográfica: 29,7 hab./km²
Taxa média anual de crescimento populacional: - 0,1%.
População residente em área urbana: 69,45%
População residente em área rural: 30,55%
Composição Étnica: Estonianos, 62%, russos 30%, ucranianos, 3%, bielo-russos, 1,8%, finlandeses, 1,1%, outros, 2,1%.
Esperança de vida ao nascer: 71,3 anos
Domicílios com acesso a água potável: 100%
Domicílios com acesso a rede sanitária: 95%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,812
Moeda: Coroa estoniana
Produto Interno Bruto (PIB): U$ 23 bilhões
PIB per capita: U$15.932
Principais atividades econômicas: agricultura, indústria, setor de serviços
Relações exteriores: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, OTAN, UE.

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ESTÔNIA UMA HISTÓRIA DE LUTAS

A Estônia pode ser um país pequeno, porém, sua história é grande e honrosa. Só no século XX passou por diversas batalhas pela independência, a primeira foi conquistada em 1918 e perdida nos anos 40. A partir daí passou a integrar a extinta União Soviética (URSS), situação que permaneceu até 1991. De lá para cá os estonianos não tiveram mais problemas com a determinação do território, pelo menos por enquanto (2015).  
Porém os registros históricos do país vêm de longa data: século I da era cristã, para ser mais preciso. O território que hoje é a Estônia já passou pelos vikings (estes implantaram a moeda e deram contribuição ao comércio). Suecos, dinamarqueses, russos, alemães, teutônicos: diversos povos contribuíram para ser o que ela é hoje. Há muitos registros de conflitos e escravidão, porém tudo ficou no passado, hoje a Estônia tem um IDH considerado altíssimo e é um dos melhores países Bálticos para viver e visitar.  

APRENDA UM POUCO DE ESTONIANO

De raiz fino-ugriana, o estoniano é falado por aproximadamente 1,1 milhão de pessoas. A língua se aproxima um pouco do húngaro e do finlandês.
Há em estoniano nove fonemas relativos às vogais simples — a e i o u õ [ɤ] ä [æ] ö [ø] ü [y] — os quais apresentam três durações distintas. Há dois tipos de pronome para cada pessoa em estoniano. Um, mais longo, para quando o foco está no agente e outro mais curto para quando o foco está na ação. São eles:

Singular:
1ª pessoa      mina - ma
2ª pessoa      sina - sa
3ª pessoa      tema - ta

Plural:
1ª pessoa      meie - me
2ª pessoa      teie - te
3ª pessoa      nemad - nad
Como não existe  gênero não há diferença entre "ele" e "ela" ou "eles" e "elas".


Null- zero
Üks- um
Kaks- dois
Kolm- três
Neli- quatro
Viis- cinco 
Kuus- seis  
Seitse- sete
Kaheksa- oito 
Üheksa- nove
Kümme- dez 

TURISMO: O QUE FAZER NA ESTÔNIA

Talinn não é apenas a capital da Estônia, mas também é o principal cartão postal do país. O centro histórico ganhou da UNESCO o título de patrimônio da humanidade. Erguida no século XIII o lugar é considerado uma cidade-museu. Da época são preservadas muralhas e torres de defesa, turistas se encantam com a preservação dos edifícios. Tartu, Narva, são outras cidades que merecem uma visita. Castelos medievais aguardam os turistas: Desfrute.