sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Malta


Localização: Sul da Europa
Nome Oficial: República de Malta
Área:  315,6 km²
Capital: Valetta
Nacionalidade:  maltesa
Idioma:  maltês
Cidades Principais:  Valletta, Mosta, Birkirkara, Sliema, Qormi.
População:  410 mil
Clima: mediterrâneo
Governo:  República parlamentarista
Divisão administrativa: 68 conselhos administrativos
Religiões:  Cristianismo 98,2% (católicos 93,2%, outros 5%), sem religião e ateísmo 1,5%, outras 0,3%.
Taxa de analfabetismo:  7%
Densidade demográfica: 1.293 hab/km².
Taxa média anual de crescimento populacional: 0,3%   
População residente em área urbana:  95%
População residente em área rural:  5%
Domicílios com acesso a água potável:  100%
Domicílios com acesso a rede sanitária:  98%
Composição Étnica: malteses (96%), ingleses (2%), outros (2%)
Esperança de vida ao nascer:  80 anos
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH):  0,815 ( muito elevado)
Moeda:  euro
Produto Interno Bruto (PIB): US$ 8,28 bilhões
PIB per capita: US$ 19.746
Principais atividades econômicas:  indústria, comércio e finanças, turismo.
Relações exteriores: Comunidade Britânica, Banco Mundial, OMC, FMI, União Européria e ONU.


HISTÓRIA DE MALTA

Malta é um arquipélago de pequenas ilhas rochosas com poucos recursos naturais. Contudo, a sua posição estratégica no meio do Mar Mediterrâneo fez com que Malta se tornasse um porto seguro entre o Sul da Europa e o Norte de África ou entre a Europa Ocidental e o Médio Oriente.

Estes são os motivos pelos quais a História das ilhas Maltesas é tão rica desde que foi colonizada pela primeira vez, há milhares de anos. De fato, estas ilhas desempenharam um papel crucial em muitos eventos históricos, como as guerras entre Roma e Cartago, a Expansão do Islamismo, as Cruzadas, as guerras entre Cristãos e Muçulmanos, a ascensão e queda de Napoleão, a expansão e declínio do Império Britânico, a luta da Democracia sobre o Fascismo e o Nazismo, a Guerra Fria, o início duma Europa unida e os desafios do terceiro milênio. A História de Malta está, como poucas, repleta de fatos interessantes e marcantes.

Os historiadores acreditam que os primeiros colonos chegaram a Malta vindos da Sicília, mas também há provas de pessoas chegadas de África. Também se pensa que foi durante a Idade do Bronze que alguns dos templos considerados hoje Patrimônio Mundial pela UNESCO foram construídos, talvez 100 anos antes das Pirâmides de Gizé.

Uma das origens do nome Malta é a palavra Malet, que significa abrigo, referindo-se ao uso das ilhas Maltesas como porto de abrigo do comércio Fenício. Depois deste período, durante as Guerras Púnicas, Malta foi governada por Cartagineses e Romanos, tornando-se famosa no Império Romano pela sua produção de têxteis. Em 60 A.C., São Paulo naufragou em Malta (num local hoje chamado Baía de S. Paulo, St. Paul´s Bay) e converteu os locais ao Cristianismo, ainda hoje bem presente na vida diário em Malta.
Quando o Império Romano estava em declínio, Malta tornou-se parte do Império Bizantino, em 533 A.C.. Depois, em 870, os Árabes passaram a dominar, deixando um forte legado na língua, vida e costumes de Malta.

Só em 1090 é que os Árabes foram expulsos de Malta, pelos Normandos que tinham estabelecido um reino no Sul da Itália e na Sicília. Então, durante 440 anos, Malta tornou-se um apêndice da Sicília, sendo vendida por inúmeras vezes a muitos senhores feudais e dominada sucessivamente pelos governantes da Suábia, Aquitânia, Aragão, Castela e Espanha.

O domínio Normando durou até à chegada dos Cavaleiros de São João de Jerusalém (uma organização religiosa de cruzados). A sua chegada a Malta aconteceu depois de, em 1522, Suleimão II os ter expulsado de Rhodes. Dispersarem então para a Europa e pediram insistentemente um território a Carlos V de Espanha até que, em 1523 (embora formalmente apenas em 1530), finalmente conseguiram tornar-se os soberanos feudais de Malta. Ao longo do tempo em que estes famosos “Cavaleiros de Malta governaram, cerca de 300 anos, construíram cidades, palácios, igrejas, jardins e fortificações”. Desta forma, contribuíram largamente para a impressionante herança cultural das ilhas Maltesas que podem ser visitadas hoje. Enquanto os Cavaleiros de Malta estiveram no poder, os Turcos tentaram invadir o território de Malta no Grande Cerco de 1565, mas sem sucesso.

Foi apenas em 1798 que os Cavaleiros se renderam pacificamente a Napoleão, aceitando o seu declínio, e partiram. Mas os habitantes de Malta rebelaram-se contra os Franceses dois anos mais tarde, com a ajuda dos Britânicos. Em 1814, Malta tornou-se voluntariamente parte do Império Britânico, o que transformou a ilha numa base militar e naval, o quartel-general da frota Britânica do Mediterrâneo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Malta sofreu imensos bombardeamentos das forças militares da Alemanha e da Itália, que destruíram muitos edifícios históricos. Sobre os tempos da guerra, o Presidente Americano Franklin Roosevelt descreveu Malta como “uma minúscula chama brilhante na escuridão”. Em reconhecimento pela bravura dos Malteses, o Rei Jorge VI atribuiu a George Cross à “ilha fortaleza de Malta – ao seu povo e aos seus defensores”, em 1942.

Malta tornou-se um país independente em 1964 e uma república em 1974, com uma democracia parlamentar. Passou a fazer parte da União Europeia a 1 de Maio de 2004. Economicamente, a principal fonte de rendimento vem do turismo. 

APRENDA UM POUCO DE MALTÊS 

                
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TURISMO O QUE FAZER EM MALTA

Os Templos megalíticos de Malta são seis templos presentes no arquipélago de Malta, nas ilhas de Malta e Gozo. Em cada uma das ilhas, são testemunhas do desenvolvimento durante a idade do bronze.

Na ilha de Gozo, encontram-se dois templos em Ġgantija, que testemunham, pelas suas dimensões, o avanço técnico das populações. Na ilha de Malta, ultrapassando a escassez de recursos, os construtores conseguiram a proeza de edificar os templos de Mnajdra, Hagar Qim e Tarxien. Os conjuntos de Ta'Hagrat e de Skorba ilustram a perpetuação da tradição dos templos no arquipélago de Malta. Os templos megalíticos de Malta estão inscritos na lista de Património Mundial da UNESCO desde 1980.





A Gruta Azul está localizada na costa sul de Malta, a oeste de Wied iz-Zurrieq de frente para a pequena ilhota deserta de Filfla. O local é extremamente popular, atraindo cerca de 100.000 turistas por ano, também para fins de mergulho. A localização desta gruta natural fascinante combina com a luz solar e da cadeia em torno de cavernas para refletir as cores fosforescentes da flora submersas e profundo tom escuro de azul do céu.

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Comino é o lar da Lagoa Azul que muitos turistas visitam todos os anos graças ao grande número de pacotes turísticos de barcos operados em Malta e Gozo. A Lagoa Azul é conhecida por suas águas transparentes de cor azul e vida marinha que a faz popular entre mergulhadores e nadadores do mundo inteiro. A St. Mary's Tower (Torre de Santa Maria), construída pela Ordem dos Hospitalários em 1618, ainda está de pé na parte sudeste da ilha. Essas torres foram construídas ao longo da costa, com um intervalo de um quilômetro entre elas, para servirem como um sistema de alerta em caso de invasão. Hoje, A Torre de Santa Maria serve como destino para turistas andando ao redor de Comino. 

Hotel mais antigo do mundo

O Hotel mais antigo do planeta é o Hotel Nisiyama Onsen Keiunkan, um típico hotel tradicional japonês, em Hayakawa-cho, Província de Yamanashi. O Hotel foi fundado no ano de 705, e está até no Livro dos Recordes (Guiness book) como o mais velho hotel em funcionamento do mundo e o mais inusitado é que a empresa já está na mesma família há mais de 50 gerações. Com 1306 anos de idade, pouca coisa mudou no funcionamento desses hotéis, que ainda conservam suas raízes tradicionalíssimas.

Aliás, muitas áreas no hotel permanecem inalterados desde que foi construído pela primeira vez, há mais de 1300 anos atrás e esses fatos são os principais motivos que levam turistas até lá, além dos magníficos onsens (águas termais) e um belo cenário montanhoso, à beira do rio Hayakawa.

O Hotel é localizado bem no coração das montanhas, com abundantes fontes de águas quentes, famosas por seus poderes curativos para diversas doenças gastrointestinais, dores articulares, relaxamento e até para embelezamento da pele, etc.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Cidades Verdes

As Cidades Verdes, também conhecidas como Cidades Inteligentes, são aquelas que investem na melhoria de qualidade dos serviços para a população. Esse conceito vai ao encontro dos pilares da sustentabilidade, onde o ambiental, o social e o econômico devem ser preservados para não prejudicar as gerações futuras.

Entenda o Funcionamento das Cidades Verdes

O crescimento desordenado das cidades em todo o mundo trouxe enchentes, poluição, desmatamento, além de desigualdades sociais, desemprego, entre outros problemas. Os projetos de Cidades Verdes procuram diminuir ou acabar com todas essas questões. Para isso, edifícios sustentáveis são construídos e o trânsito é repensado, dando valor para formas de deslocamento não poluentes, como a bicicleta. A coleta de lixo também é repensada, assim como sua reciclagem, tudo em prol da diminuição dos impactos ambientais e do desenvolvimento social e econômico.

Funcionamento das Cidades Verdes

Abu Dhabi: O Primeiro Projeto de Cidade Verde

Algumas cidades já estão se encaixando nesse conceito de cidade verde. O primeiro projeto do mundo chegou com a promessa de ser livre de emissões de carbono e de desperdício de lixo. Concebida pela Foster & Associados, a Masdar City custou 22 bilhões de dólares e localiza-se na periferia da cidade de Abu Dhabi.

Abu Dhabi: O Primeiro Projeto de Cidade Verde

Cidade Brasileira Já Pensa em Projetos Verdes

Curitiba é a cidade brasileira que vem empregando maiores esforços no sentido da sustentabilidade, e está caminhando para se tornar uma cidade verde. Ela já é considerada uma das 10 cidades mais sustentáveis do mundo. Entre muitos motivos, ela possui projetos para revitalizar rios, a mobilidade urbana foi repensada e já possui alternativas sustentáveis, além do trabalho de conscientização da população para a preservação de áreas naturais.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Cingapura


Localização:  Sudoeste asiático
Nome Oficial:  República de Cingapura
Área: 660 km²
Capital:  Cidade de Cingapura
Nacionalidade:  cingapuriana
Idioma:  malaio, mandarim, tâmil, inglês
Cidades Principais:  Cidade de Cingapura
População:  5,5 milhões
Clima: Equatorial
Governo:  Republica parlamentarista
Divisão administrativa: 5 regiões
Religiões:  crenças populares chinesas (40%), islamismo (18,5%), budismo (14,2%), cristianismo (15,4%), hinduísmo (5%), sem religião e ateísmo (4,7 %), outras (2,4%).
Taxa de analfabetismo:  4%
Densidade demográfica: 7.664 hab/km².
Taxa média anual de crescimento populacional:   2,5%
População residente em área urbana:  100%
População residente em área rural:  0%
Domicílios com acesso a água potável:  100%
Domicílios com acesso a rede sanitária:  100%
Composição Étnica: chineses (76%), malaios (15%), indianos (6%), outros (3%).
Esperança de vida ao nascer:  80 anos
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH):  0,912 ( muito elevado)
Moeda:  dólar cingapuriano
Produto Interno Bruto (PIB): US$ 308 bilhões
PIB per capita: US$ 56.320
Principais atividades econômicas:  indústria (principalmente eletrônicos), finanças e serviços portuários.
Relações exteriores: Apec, Asean, Comunidade Britânica, Banco Mundial, OMC, FMI e ONU.


HISTÓRIA DE CINGAPURA


O início do povoamento hoje conhecido como Cingapura iniciou-se no século II d.C. Foi um posto avançado do império de Srivijaya, chamado Temasek ("cidade do mar"). Entre os séculos XVI e XIX, era parte do sultanato de Johor. Em 1613, invasores portugueses queimaram o povoamento e a ilha afundou no esquecimento durante dois séculos.

Em 1819, Thomas Stamford Raffles chegou e assinou um tratado com o sultão Shah Hussein em nome da Companhia Britânica das Índias Orientais para desenvolver a parte do sul de Cingapura como um entreposto comercial britânico, ante sua privilegiada localização na passagem que liga o sul do Mar da China Meridional ao Oceano Índico. Em 1824 toda a ilha se tornou uma possessão britânica no âmbito de um tratado adicional pelo qual o sultão e os Temenggong entregaram à Companhia Britânica das Índias Orientais, que ampliou e explorou o porto. Em 1826, tornou-se parte dos Estabelecimentos dos Estreitos, um grupo de colônias britânicas. Até 1869, 100 000 pessoas viviam na ilha.

Tropas japonesas vitoriosas marcham através da Cidade de Cingapura, após a derrota britânica na Batalha de Cingapura. Na Segunda Guerra Mundial, o Exército Imperial Japonês invadiu a Malásia, o que deu origem à Batalha de Cingapura. Os britânicos foram derrotados e renderam-se em 15 de fevereiro de 1942. O então primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, chamou o episódio de "o pior desastre e a maior capitulação da história britânica." Os japoneses ocuparam Cingapura até os britânicos retomarem o território em setembro de 1945, após a rendição do Japão.

A primeira eleição geral em Cingapura, em 1955, foi ganha pelo pró-independentista David Marshall, chefe da Frente de Trabalho. Exigindo um governo completamente independente, Marshall liderou uma delegação a Londres, mas o seu intuito foi recusado pelos britânicos. Demitiu-se quando retornou e foi substituído por Lim Yew Hock, cujas políticas convenceram o Reino Unido a conceder plena autonomia interna para Cingapura em todos os temas, exceto assuntos de defesa e relações internacionais.

Nas eleições de maio de 1959 o partido Ação Popular obteve uma vitória esmagadora e imediatamente fez de Cingapura um Estado autônomo dentro da Commonwealth, com Lee Kuan Yew como o primeiro-ministro. O Governador de Cingapura Sir William Allmond Codrington Goode serviu como o primeiro chefe de Estado do país até dezembro de 1959, quando foi sucedido por Encik Yusof bin Ishak, mais tarde primeiro presidente de Cingapura.

Cingapura declarou a sua independência do Reino Unido em 31 de agosto de 1963, antes de ingressar na então nova Federação da Malásia em setembro, junto com Malásia, Sabah e Sarawak, como resultado do Referendo de 1962 sobre a Incorporação de Cingapura. Tunku Abdul Rahman separou Singapura da Federação dos dois anos mais tarde, após o conflito ideológico aquecido entre os partidos do governo da Malásia e de Cingapura.

Cingapura ganhou soberania como "República de Cingapura, em 9 de agosto de 1965, com Yusof bin Ishak como presidente e Lee Kuan Yew, ainda como primeiro-ministro. Em 1970 o país se juntou ao Movimento Não-Alinhado e em 1976 ajudou a fundar a Associação das Nações do Sudeste Asiático. Em 1990, Goh Chok Tong sucedeu Lee como primeiro-ministro. Durante seu mandato, o país enfrentou a crise financeira asiática de 1997, o surto de SARS de 2003 e as ameaças terroristas colocadas pela Jemaah Islamiyah. Em 2004, Lee Hsien Loong, filho mais velho de Lee Kuan Yew, se tornou o terceiro primeiro-ministro.

TURISMO O QUE FAZER EM CINGAPURA 

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Pulau Ujong (em malaio significa 'ilha no fim da península)  é a principal ilha do estado insular de Cingapura. Forma a grande maioria do território em área e população.

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Área central de Cingapura.

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Woodlands, é uma cidade suburbana na parte setentrional de Cingapura, parte do distrito de North West Conselho de Desenvolvimento Comunitário (CDC Noroeste). Ele se conecta com a Malásia Cingapura cidade mais ao sul, Johor Bahru, através do Johor-Cingapura Causeway.

Top 10 maiores costas litorâneas


10° Nova Zelândia 15.134 km
Estados Unidos  19.924 km
Noruega  25.148 Km
Austrália 25.760 km
Japão 29.751 km
Filipinas 36.280 Km
Rússia 37.653 Km
Groenlândia 44.087 km
Indonésia 54.716 km
Canadá 202.080 Km

Top 10 países com maiores altitudes


10° Armênia – Altitude Média   1792 m
China – Altitude Média 1840 m
Chile – Altitude Média 1871 m
Afeganistão – Altitude Média 1884 m
Andorra – Altitude Média 1996 m
Lesoto – Altitude Média 2161 m
Butão – Altitude Média 2220 m
Nepal – Altitude Média 2565 m
Quirguistão – Altitude Média 2988 m
Tajiquistão – Altitude Média 3186 m